quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O que aprendi em dois meses:


A vida é uma arte
Leitura dinâmica de partituras
A rua é um parque de diversões
A liberdade é uma companhia irresistível
Os homens ficam bobos facilmente
A noite é uma criança bagaceira
As pessoas podem ficar bonitas vestindo branco (mas só algumas)
Olhos caídos são os mais charmosos
Café ataca o fígado
Zoloft é um navio de adrenalina que afundou na minha cabeça
Fotografar expressando emoções é muito mais prazeroso do que eu achava
Há muita carência nesse mundo
Falar com as pessoas é prazeroso
Falar consigo mesmo é revigorante
Falar com um piano é completo
Comprar no ebay dá meio certo
Paranóias anoréxicas sempre voltam
Emagrecer me deixa louca
Cachaça pode ser bom
Uma "DR" calma existe
Viver é o melhor presente que eu poderia ter ganhado
Presente não se recusa e nem se devolve
O mundo é uma loucura tão bonita
Ouvir os pássaros às 6 da manhã causa uma alegria estranha
Cenas de filme existem mesmo na vida real


O que aprendi em um ano e seis meses:


Acender um cigarro sem encostar na chama
Confiar sempre desconfiando
Intimidade excessiva
Bukowski é bom
Um frasco de perfume pode durar pouco
Kaiser é boa
Depois de um tempo, unhas roídas não doem mais
Apelidos brotam 
Socializar é quase necessário
Som de vinil é diferente
All star novo não dura
Vinho é bom não só no inverno
O cigarro pode deixar os dedos amarelos
Dormir com o cabelo molhado não significa que ele vá mofar
Dormir sem o lençol na cama não é tão ruim
Bater a cabeça na parede chacoalha o cérebro
Sexo é quase tudo
Barba acumula coisas
Elvis é bom
Nutella é superestimado
Mágicos realmente existem
A pele se abre fácil
Jogar a toalha no chão do quarto depois do banho
Nunca grudar um absorvente num livro
Chá gelado enjoa
Tomar remédios demais faz mais mal que o esperado
Ganhar rosas é lindo
Cenas de filme existem na vida real